Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.
Um pescador rema em um rio com um lado escuro e sem vida e outro claro. Ele não está pescando, mas trabalha mais do que nunca. O que ele está fazendo?
Ele está limpando o rio de forma natural.
Ele construiu barreiras flutuantes com plantas que filtram a água e agora está fazendo a manutenção.
Mergulhadores retiraram "fantasmas" do fundo do oceano. Pouco tempo depois, esses fantasmas foram transformados em tapetes e roupas de ginástica. Como?
Os "fantasmas" eram equipamentos de pesca abandonados.
As redes de pesca foram recolhidas e o nylon foi reciclado para criar novos produtos.
Um recife de corais que estava morto e branco voltou a ter vida e cor. O mais estranho é que os cientistas "plantaram" os corais usando eletricidade.
A eletricidade foi usada para acelerar um processo mineral natural.
Uma corrente elétrica de baixa voltagem em estruturas de aço fez com que minerais se precipitassem, criando uma base ideal para o crescimento acelerado dos corais.
Uma empresa de protetor solar foi banida de uma ilha turística. Após a proibição, os corais da região, que estavam morrendo, voltaram a ficar coloridos.
O problema estava em um ingrediente químico comum nesses produtos.
A substância tóxica (oxibenzona) causava o "branqueamento" dos corais.
Pescadores passaram a usar um aplicativo que mostrava onde eles NÃO podiam pescar. Por causa disso, a quantidade de peixes que eles pescavam nas áreas permitidas aumentou.
As áreas proibidas funcionavam como um "berçário".
Ao respeitarem as Áreas Marinhas Protegidas, eles permitiram que a população de peixes crescesse e "transbordasse" para as áreas de pesca.
Uma fazenda de ostras foi criada em uma baía poluída. As ostras não eram para consumo humano, mas por causa delas a água ficou cristalina.
As ostras estavam "limpando" a água.
Elas são "biofiltros" naturais, e cada ostra pode filtrar mais de 200 litros de água por dia.
Um satélite que observava o oceano à noite começou a identificar e prender navios de pesca ilegal com 90% de precisão.
O satélite procurava por luzes no meio do oceano escuro.
Ele cruzava os dados de barcos iluminados com os que tinham seu sistema de rastreamento desligado, indicando atividade ilegal.
Cientistas começaram a cultivar algas marinhas em larga escala no oceano. O objetivo principal não era alimentar pessoas.
As fazendas de algas combatiam dois grandes problemas climáticos e oceânicos.
As algas absorviam CO2 (combatendo a acidificação e o aquecimento) e a biomassa era usada para biocombustíveis.
Um grande navio de carga mudou sua rota em centenas de quilômetros, aumentando o tempo e o custo da viagem, e foi elogiado por isso.
A mudança de rota foi para proteger animais marinhos.
A rota original passava por uma área crítica de alimentação de baleias, e o desvio evitou colisões.
Uma nova lei proibiu a adição de minúsculas bolinhas plásticas em cosméticos e pastas de dente. Por causa disso, os peixes da região ficaram mais saudáveis.
As bolinhas eram uma forma de microplástico que não era filtrada pelo esgoto.
Os peixes comiam esses microplásticos, que se acumulavam em seus organismos.