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ODS 14: Vida na Água

Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

Modo Escuro

ODS 14: Vida na Água

Um pescador rema em um rio com um lado escuro e sem vida e outro claro. Ele não está pescando, mas trabalha mais do que nunca. O que ele está fazendo?

Ele está limpando o rio de forma natural.

Ele construiu barreiras flutuantes com plantas que filtram a água e agora está fazendo a manutenção.

ODS 14: Solução

A Solução: O lado escuro é poluído. O pescador e sua comunidade construíram barreiras flutuantes com plantas que filtram a água. Ele "pesca" lixo e monitora as barreiras, e a parte clara é a área que já começa a se recuperar.

ODS 14: Vida na Água

Mergulhadores retiraram "fantasmas" do fundo do oceano. Pouco tempo depois, esses fantasmas foram transformados em tapetes e roupas de ginástica. Como?

Os "fantasmas" eram equipamentos de pesca abandonados.

As redes de pesca foram recolhidas e o nylon foi reciclado para criar novos produtos.

ODS 14: Solução

A Solução: Os "fantasmas" eram redes de pesca perdidas, que continuam a matar a vida marinha. Uma organização as recolheu e, através de reciclagem avançada, transformou o nylon das redes em um fio de alta qualidade usado para criar novos produtos.

ODS 14: Vida na Água

Um recife de corais que estava morto e branco voltou a ter vida e cor. O mais estranho é que os cientistas "plantaram" os corais usando eletricidade.

A eletricidade foi usada para acelerar um processo mineral natural.

Uma corrente elétrica de baixa voltagem em estruturas de aço fez com que minerais se precipitassem, criando uma base ideal para o crescimento acelerado dos corais.

ODS 14: Solução

A Solução: Os cientistas submergiram estruturas de aço e passaram uma corrente elétrica de baixa voltagem por elas. Isso causa a precipitação de minerais da água, criando uma base ideal para o crescimento de corais, que foram fixados na estrutura e cresceram muito mais rápido.

ODS 14: Vida na Água

Uma empresa de protetor solar foi banida de uma ilha turística. Após a proibição, os corais da região, que estavam morrendo, voltaram a ficar coloridos.

O problema estava em um ingrediente químico comum nesses produtos.

A substância tóxica (oxibenzona) causava o "branqueamento" dos corais.

ODS 14: Solução

A Solução: O protetor solar continha oxibenzona, uma substância química tóxica para os corais que causa seu branqueamento e morte. A ilha baniu a venda de protetores solares não-biodegradáveis e passou a promover o uso de produtos minerais, seguros para os recifes.

ODS 14: Vida na Água

Pescadores passaram a usar um aplicativo que mostrava onde eles NÃO podiam pescar. Por causa disso, a quantidade de peixes que eles pescavam nas áreas permitidas aumentou.

As áreas proibidas funcionavam como um "berçário".

Ao respeitarem as Áreas Marinhas Protegidas, eles permitiram que a população de peixes crescesse e "transbordasse" para as áreas de pesca.

ODS 14: Solução

A Solução: O aplicativo mapeava em tempo real as "Áreas Marinhas Protegidas", que funcionam como berçários para os peixes se reproduzirem em segurança. Ao respeitarem essas zonas de exclusão, os pescadores permitiram que a população de peixes se recuperasse e crescesse.

ODS 14: Vida na Água

Uma fazenda de ostras foi criada em uma baía poluída. As ostras não eram para consumo humano, mas por causa delas a água ficou cristalina.

As ostras estavam "limpando" a água.

Elas são "biofiltros" naturais, e cada ostra pode filtrar mais de 200 litros de água por dia.

ODS 14: Solução

A Solução: As ostras são "biofiltros" naturais. Cada ostra pode filtrar mais de 200 litros de água por dia, removendo o excesso de nitrogênio e outras partículas que causam a proliferação de algas e a turbidez da água. O projeto de restauração de ostras limpou a baía de forma natural.

ODS 14: Vida na Água

Um satélite que observava o oceano à noite começou a identificar e prender navios de pesca ilegal com 90% de precisão.

O satélite procurava por luzes no meio do oceano escuro.

Ele cruzava os dados de barcos iluminados com os que tinham seu sistema de rastreamento desligado, indicando atividade ilegal.

ODS 14: Solução

A Solução: O satélite usava um sensor de luz de alta sensibilidade. Navios de pesca ilegal frequentemente desligam seus sistemas de rastreamento (AIS), mas precisam de luz para pescar. A plataforma cruzava os dados de barcos visíveis com os barcos que tinham o AIS ligado. Os barcos iluminados e sem sinal de AIS eram os "pontos escuros".

ODS 14: Vida na Água

Cientistas começaram a cultivar algas marinhas em larga escala no oceano. O objetivo principal não era alimentar pessoas.

As fazendas de algas combatiam dois grandes problemas climáticos e oceânicos.

As algas absorviam CO2 (combatendo a acidificação e o aquecimento) e a biomassa era usada para biocombustíveis.

ODS 14: Solução

A Solução: As fazendas de algas eram para combater a acidificação do oceano e capturar carbono. As algas absorvem grandes quantidades de CO2 da água e a biomassa colhida era então usada para produzir biocombustíveis ou afundada em águas profundas, sequestrando o carbono.

ODS 14: Vida na Água

Um grande navio de carga mudou sua rota em centenas de quilômetros, aumentando o tempo e o custo da viagem, e foi elogiado por isso.

A mudança de rota foi para proteger animais marinhos.

A rota original passava por uma área crítica de alimentação de baleias, e o desvio evitou colisões.

ODS 14: Solução

A Solução: A rota original do navio passava diretamente por uma área crítica de alimentação e reprodução de baleias. Ao desviar sua rota, a empresa evitou colisões com os animais e reduziu a poluição sonora subaquática, que interfere na comunicação das baleias.

ODS 14: Vida na Água

Uma nova lei proibiu a adição de minúsculas bolinhas plásticas em cosméticos e pastas de dente. Por causa disso, os peixes da região ficaram mais saudáveis.

As bolinhas eram uma forma de microplástico que não era filtrada pelo esgoto.

Os peixes comiam esses microplásticos, que se acumulavam em seus organismos.

ODS 14: Solução

A Solução: As bolinhas eram "microplásticos", usados para esfoliação. Elas não eram filtradas pelo tratamento de esgoto e iam direto para os rios e oceanos. Os peixes as confundiam com comida. A proibição cortou essa fonte de poluição pela raiz.
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