Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.
Um restaurante famoso removeu seu prato principal do cardápio e, por causa disso, ficou ainda mais bem-sucedido. Por quê?
A remoção do prato foi um ato de responsabilidade ambiental.
O ingrediente principal do prato era um animal ameaçado de extinção.
Um supermercado começou a vender frutas e vegetais "feios" e tortos em uma seção especial, que se tornou uma das mais populares da loja. Por quê?
Os produtos eram vendidos com um grande desconto.
Os clientes se sentiam bem em economizar dinheiro e ao mesmo tempo combater o desperdício de alimentos.
Uma loja de roupas de luxo ficou famosa por não vender nenhuma peça. As pessoas saíam de lá com roupas novas, mas sem comprá-las. Como?
O modelo de negócio era baseado em aluguel, não em posse.
Era um serviço de assinatura de moda, combatendo o consumo excessivo da "fast fashion".
Uma empresa de eletrônicos parou de lançar um celular novo todo ano. Em vez disso, ela lançou um único modelo que durava dez anos. Suas vendas dispararam.
O celular era projetado para ser facilmente consertado e atualizado.
O aparelho era modular, permitindo que os usuários trocassem apenas a câmera ou a bateria, em vez do celular inteiro.
Em uma cidade, as pessoas começaram a receber suas compras de supermercado em potes de vidro retornáveis. Por causa disso, o preço final dos produtos diminuiu.
A solução eliminou o custo da embalagem descartável.
Reutilizar os potes de vidro era mais barato para as empresas do que comprar novas embalagens a cada vez.
Uma comunidade abriu uma "biblioteca" onde não havia livros. As pessoas pegavam furadeiras, escadas e máquinas de costura emprestadas.
O local promovia o acesso em vez da posse.
Era uma "Biblioteca de Ferramentas", onde a comunidade compartilhava itens de pouco uso.
Uma empresa de calçados passou a fabricar tênis a partir de lixo plástico retirado do oceano. O mais estranho é que ela torcia para um dia não ter mais matéria-prima para seus produtos.
O objetivo principal da empresa era a conscientização, não o lucro.
O fim da matéria-prima significaria o fim da poluição plástica no oceano, que era a causa da empresa.
Um café ficou famoso por seu "imposto voluntário". Os clientes que o pagavam recebiam um café de graça na próxima visita.
O "imposto" era cobrado de quem usava um item descartável.
O valor era cobrado de quem pedia um copo descartável e usado para subsidiar o desconto de quem trazia sua própria xícara.
Um aplicativo mostrava o preço de um produto e, ao lado, um segundo "preço" muito maior. Por causa disso, as pessoas começaram a comprar produtos mais caros.
O segundo preço não era em dinheiro.
Era o "custo ambiental" do produto (emissão de carbono, uso de água, etc).
Uma cidade organizou um grande evento onde as pessoas consertavam seus eletrônicos e roupas quebradas de graça. O evento se tornou o mais popular do calendário da cidade.
O evento combatia a cultura do descarte.
Voluntários habilidosos ajudavam os moradores a consertar seus próprios itens em um "Repair Café".